segunda-feira, fevereiro 28, 2011

[Lady Gaga] Born This Way

E a criatura deu à luz!


Ainda não estou em condições de tecer grandes comentários ao novo vídeo de Lady Gaga... Talvez precise de o ver uma 3ª vez para realmente o "engolir", mas não me está a passar muito bem aqui pela garganta... A música em si, apesar de catchy, já não me dizia muito, mas tinha esperança que o vídeo fosse a masterpiece da coisa. Desilusão. Pronto. É mesmo essa a palavra.


Apesar de gostar muito da maquilhagem de caveira, o resto é........  se não é do mesmo de sempre, é tão estranho que nem consigo apreciar!

Ah, e porque é que ela tem de aparecer em lengerie/biquini em todos os vídeos?! Já não viram todos que ela não tem uma pila?

Não estiveste bem, Gaga. Não desta vez.

Até logo.
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quinta-feira, fevereiro 24, 2011

[2.º Arte em Peças] Poster revelado!

Ainda ontem há dois dias anunciei o próximo evento da Comunidade 0937 e já cá estou para anunciar mais outro.

Mas este não é qualquer evento! Este será O evento! Depois do sucesso estrondoso em 2010, a comunidade a que orgulhosamente pertenço está já a preparar tudo para fazer de 2011 novamente um ano 0937! :)

Onde?

Claro está... em Paredes de Coura! :)


Está tudo a marcar na agenda! ;)

Até logo.

P.S. Também este cartaz é da minha autoria.
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terça-feira, fevereiro 22, 2011

[Atrium 0937] Comunidade 0937 em Coimbra!

A Comunidade 0937 começa o ano de 2011 em Coimbra.

No fim-de-semana primaveril de 9 e 10 de Abril, no Centro Comercial Atrium Solum estará patente uma exposição com algumas das melhores construções de peças LEGO nacionais! Não percam a oportunidade de visitar mais esta exposição da Comunidade!


Eu não vou estar presente, infelizmente, mas alguns dos meus trabalhos estarão lá! Por isso, de um jeito ou de outro, acabo por estar lá também! ;)

Não se esqueçam de partilhar no Facebook! Aqui têm a página do evento!

Até logo.

P.S. O poster é da minha autoria! :)
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segunda-feira, fevereiro 21, 2011

[Dead Island] O Memento dos Mortos-Vivos

Recentemente deparei-me com uma notícia no CinemaBlend onde se dava destaque à criação de um novo IP com o lançamento de um jogo de mortos-vivos a sair no final deste ano.


Dead Island não promete grande inovação na temática: mortos vivos, fuga, pânico, sangue, muito sangue... No entanto, a premissa do jogo pode vir a criar algumas situações de jogo interessantes: estás num hotel onde subitamente toda a gente se torna em mortos-vivos e tens de sobreviver e lutar contra eles com tudo o que te vier às mãos (literalmente). Imagino que armas de fogo não sejam o forte em termos de objectos de decoração num hotel paradisíaco, portanto assumo que a originalidade possa vir um pouco daqui. Haverá jogadores a escolher uma banana em vez de um facão para lutar com a morte!? =D Quem sabe do que estou a falar?

Poucos dias depois, no mesmo site, vi um novo artigo que desmentia o primeiro, esclarecendo que apesar de os produtores estarem a abertos a propostas, não existem para já planos de transformar o jogo num filme. Mas tudo começou com o lançamento de um trailer do próprio jogo que em apenas dois dias foi visto mais de 1.6 milhões de vezes!!

ATENÇÃO: o video pode impressionar os "estômagos-mais-sensíveis"! ;)


Eu não sou grande fã de jogos em geral, muito menos deste género. Sou, no entanto, fã assumidíssimo de filmes de terror, embora este não seja o sub-género que mais me atraia. E imaginar um filme baseado neste jogo não me entusiasma em nada. Não sou capaz de ver novidade/inovação escrito em lugar algum!

Porém, o trailer do jogo, ao jeito de Memento, está qualquer coisa de brutal! (como diria a minha amiga Lara!)

Para mim, que não sou fã destes jogos, foi o suficiente para pelo menos ficar curioso por experimentar, ainda que a experiência em jogo possa não ter nada a ver com o mostrado no vídeo (afinal de contas não estou bem a ver a lógica de jogar com o tempo a passar ao contrário! E vai daí sou só eu que não a vejo e a produtora deste jogo ainda me surpreende mais uma vez! xD).

Definitivamente, o objectivo de um trailer - sobretudo neste contexto - foi surpreendentemente bem conseguido!

Até logo.
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sexta-feira, fevereiro 18, 2011

"Hold It Against Me"

No dia seguinte ao lançamento oficial do novo vídeo da princesa pop, venho mostrar-vos o que um verdadeiro artista pode fazer com uma música previsível, ligeira e fácil:


Sam Tsui é uns dos poucos músicos que vou seguindo regularmente no youtube. E é sem dúvida um grande artista! Dêem uma vista de olhos pelo seu canal (em colaboração com um outro amigo dele que trabalha sobretudo nos instrumentais)!

Até logo.

P.S. Costumo ser um defensor da pobre miss Spears, mas não posso deixar de admitir que há quem faça as suas próprias músicas bem melhor que ela! ;)
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terça-feira, fevereiro 08, 2011

[Adele 21] She did it right again!

E no seguimento da "conversa" dos últimos posts, em que falo da agradável surpresa que foi ver Mike Doyle superar-se com a sua segunda criação, é a vez de falar da não menos talentosa - de todo!! - Adele!

Agora com 22 anos, Adele Laurie Blue Adkins lançou o seu segundo disco de originais, ao qual chamou 21. Imagino que tenha a ver com a idade em que o produziu.


As críticas dos "entendidos" têm sido muito positivas, mas aqui o "leigo" - que já era um fã assumido do trabalho desta jovem londrina - assegura-vos que vale a pena dar uma escutadela às novas músicas dela!

Chamo especial atenção para o primeiro single - que além de vibrantemente viciante -, tem um vídeo não menos "vibrante"! ;)


Além desta, chamo também a vossa atenção para algumas das minhas músicas favoritas de 21: "Set Fire To The Rain", "Turning Tables", "Someone Like You" e "Don't You Remember"... Na verdade todo o álbum é totalmente delicioso de se ouvir, inclusive - e não menos importantes - as versões Live que integram algumas edições especiais do CD.

Definitivamente Adele marcou o seu lugar no panorama musical, ao seu estilo, com a sua já inconfundível voz!

A minha banda sonora do momento! ;)

Até logo.
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quinta-feira, fevereiro 03, 2011

[PT] Mike Doyle, O artista do momento!

Há alguns dias atrás mostrei-vos o seu trabalho, agora é hora de vos apresentar o homem por trás das obras de arte.

Desde o meu último post sobre ele que estava a pensar em entrar em contacto para lhe fazer algumas perguntas. Mas na verdade, foi ele quem comunicou primeiro comigo para me agradecer por ter escrito sobre as suas criações. Aproveitei a oportunidade e convidei-o para uma entrevista por email, que ele prontamente aceitou.

Então aqui está ele: Mike Doyle, o designer gráfico de 43 anos que tem captado a atenção dos fãs LEGO nos últimos tempos! Casado, pai de dois rapazes, de 4 e 8 anos, e a trabalhar numa agência de design em NYC, ainda arranjou tempo para descobrir uma nova forma de usar a sua criativadade e num curtíssimo espaço de tempo já conquistou o seu lugar entre a comunidade de fãs LEGO.

Quando é que tiveste o teu primeiro contacto com LEGO?
Eu lembro-me de brincar muito em miúdo - atirando todas as peças que recebia dos sets para uma caixa de cartão. Acho que construí as típicas coisas de criança, castelos, casas, naves espaciais e coisas assim. Eu era um miúdo introvertido, por isso passava muito tempo sozinho a desenhar, construir e reflectir.

Hoje em dia, quais são os teus temas LEGO favoritos?
Não sei. Se me perguntares sobre sets, não estou muito interessado em sets. Acho que se passa o mesmo com os temas. No que diz respeito a MOCs, realmente qualquer coisa é capaz de me interessar desde que seja diferente de tudo o que já tenha visto antes.

Quando é que construíste o teu primeiro MOC (My Own Creation)?
Bem, tecnicamente, quando era criança com aquela caixa de peças. Mas, depois de deixar o LEGO de lado na minha adolescência, voltei a pegar-lhe recentemente (há cerca de 8 meses). E o meu primeiro MOC foi a casa abandonada Two Story, que eu chamei Two Story with Basement

Fala-nos um pouco sobre ela.
Eu queria fazer algo diferente - para mim, isto era importante. Andava inclinado para edifícios. Além disso, sempre fui fascinado por casas abandonadas e pela beleza da degradação. Tudo junto fez-me decidir trabalhar nisto como uma série - isto é, uma série de casas abandonadas.

Foi ponto assente desde o princípio que me iria limitar ao preto. Como muitos escultores que trabalham sobre a mármore branca ou moldam bronze, a minha criação seria monocromática. Achei que isto poderia elevar a obra e torná-la mais artística. E também tive alguma dificuldade em encontrar as cores certas para atingir o realismo que eu gostaria. À medida que esta primeira obra evoluía, comecei a acrescentar neve. A partir daí comecei a precisar de usar branco. Assim, a criação ganhou forma a preto e branco.

Eu não tinha bem a noção do que estava a fazer. Sabia que tinha de ser algo grande para captar o grau de detalhe que eu queria. Mas eu não sei fazer muito mais do que empilhar "bricks" e "plates" (n.t. peças básicas LEGO). Passei muito tempo a examinar trabalhos de outras pessoas, a tentar perceber que peças usavam. Encontrei também uma série de guias em formato pdf com técnicas avançadas de construção. Finalmente, dei uma vista de olhos nas instruções do Café Corner para ficar a conhecer algumas das técnicas que os "prós" utilizavam. Na verdade, também vi alguns dos teus trabalhos - uma casa com um efeito de telha nas paredes (n.e. Lionheart Villa). Essa criação foi uma grande ajuda visto que me mostrou que era possível criar esse efeito.

A direcção que eu tomo durante o processo de construção é talvez um pouco diferente do habitual no que diz respeito à forma como visualizo o trabalho. Eu vejo-o como uma peça bi-dimensional (ou talvez 2.5D). Isto é, a minha atenção está focada na criação de uma única imagem - a melhor possível -, ao invés de tentar criar de um modelo completo e com bom aspecto visto de qualquer ângulo. Aproveito a profundidade inerente a um modelo 3D para dar mais vida à foto. Deste modo, ao invés de criar um modelo 3D para depois o fotografar, na minha cabeça, eu idealizo uma foto construída em 3D. A diferença está no facto de toda a energia visual e decisões estarem focadas num único "melhor" ângulo de visão, que será - por fim - a minha fotografia. Desta forma, tudo o que eu vou colocando na criação pode ser disposto da forma que melhor ficar para a foto.

A tua segunda criação, a Three Story Victorian with Tree, tinha a ingrata tarefa de superar o teu primeiro trabalho, mas surpreendentemente conseguiste fazê-lo de uma forma brilhante! Não deve ter sido fácil!
Obrigado, Marcos! Houve alguns momentos mais para o fim em que já me começava a sentir um bocado cansado, devido ao tempo que me estava a tomar. (Não consigo compreender como há quem consiga passar anos a trabalhar no mesmo projecto!) Porém, o mais importante é o facto de eu ser um verdadeiro apaixonado por isto - assim como tenho a certeza que tu e outros AFOL/MOCers são. Muitas vezes não consigo pensar em mais nada. De tal forma, que é a paixão que me vai guiando. A certa altura, quando me apercebia que algo poderia ficar ainda melhor, não tinha escolha senão tentar e tentar outra vez até ficar o melhor possível. Grande parte deste MOC foi construído e reconstruído 3 ou 4 vezes até chegar ao ponto que eu queria! Muito pela falta de experiência, mas também pelo empenho e a paixão por criar aquilo que eu já tinha completamente idealizado na minha mente.

Onde arranjas as peças para as tuas criações?
Todo o meu LEGO veio de vários vendedores do Bricklink. Adoro o site e o serviço que estas pessoas prestam. Tanto eles como o serviço são absolutamente fantásticos.

No teu blog, tens à venda uma "Edição Limitada de Impressões de Coleccionador". Onde foste buscar esta ideia? O que podem os teus "compradores" esperar disto?
Tratam-se de adoráveis impressões, assinadas e numeradas, com cerca de 10'' - 13'' (dependendo das proporções da foto), limitada a apenas algumas centenas (200 - 500), dependendo da imagem. Eu desmontei estes trabalhos, por isso tudo o que resta deles são estas impressões e o que quer que esteja na Internet. Isto significa que quando se esgotarem, não haverá jamais outra imagem delas - tornando-as muito limitadas. As impressões vêm também acompanhadas por um certificado de autenticidade assinado, numerado e carimbado, uma nota que eu escrevi sobre a obra que inclui alguns informações adicionais sobre a mesma e ainda uma "pedaço" verdadeiro do modelo em si. Este pedaço está colado (para que permaneça intacto durante o envio, etc.) e guardado num pequeno saco de plástico preso a um postal. Este postal tem uma ilustração da obra e uma marca a demonstrar o exacto local de onde veio aquele fragmento. Normalmente, o fragmento é composto por 5-15+ peças, dependendo do tamanho destas, e no seu todo mede à volta de 4 centímetros.


A ideia de vender estas impressões surgiu quando estava a terminar a primeira obra. A despesa foi tão grande que eu precisava de arranjar uma forma de recuperar algum dinheiro para dar continuidade ao hobby. Adicionar ao "pacote" um "pedaço" da obra, foi a forma que eu encontrei de oferecer algo realmente único para além da impressão. Além do mais, tendo em conta o tema das criações, incluir um fragmento da própria obra pareceu-me perfeito.

Onde vais buscar a inspiração?
Em termos de edifícios e atmosfera, vou vendo fotos no flickr. Casas abandonadas, a forma como a neve se acumula, jardins abandonados, árvores caídas sobre casas são tudo coisas que procurei. Muitas vezes, num edifício que no seu todo nem é do meu interesse, posso encontrar um detalhe de deterioração que capta a minha atenção. No que diz respeito a técnicas, muita da minha inspiração vem dos vários MOCs que andam aí. Existe uma inovação de tal ordem que fico sem palavras. Olhar para eles ajuda-me realmente a ter uma melhor percepção de como se podem combinar as várias peças.

Que tipo de preparação fizeste para as tuas primeiras criações?
Basicamente, pesquiso imagens, como já mencionei, e vejo outros MOCs para perceber como é que os outros utilizam as técnicas. Visito regularmente todos os blogs e sites, como o MOC pages e flickr, para ver os trabalhos das outras pessoas. A escala é determinada por uma peça LEGO que eu queira usar para um determinado fim. Por exemplo, na última criação, eu tomei como referência o tamanho de um tijolo normal da casa como sendo aproximadamente do tamanho de uma tile 1x2. A partir daí é só começar a construir. Normalmente preciso de refazer as coisas 3 ou 4 vezes até que elas fiquem "no ponto", por isso funciona um pouco na filosofia do "vai-se andando, vai-se vendo".

Tanto quanto sei és relativamente novo na comunidade de fãs de LEGO. O que é que te trouxe para este universo criativo?
Tudo começou com uma visita à LEGOLAND este verão. Estávamos numa área onde podes construir o teu próprio carro e jogá-lo por uma rampa abaixo. Eu estava a "vigiar" o meu filho e os meus sobrinhos, ao mesmo tempo que me entretinha a construir também. Depois de uma hora ou duas, fomos para fora visto que o resto do pessoal estava à nossa espera, mas estávamos todos realmente cheios de vontade de voltar lá para dentro. Voltei para o meu quarto de hotel e comecei imediatamente a ver o que havia na Internet. Eu não fazia ideia se existiam adultos a construir com LEGO ou se as pessoas fotografavam as suas construções. Surpreso fiquei eu ao ver tanta coisa incrível! Não fazia ideia. De repente, aquele pequeno carro que eu tinha feito parecia tão trivial. Mas também me apercebi - através de todos aqueles trabalhos que encontrei - de até onde isto podia ir. Parecia não haver qualquer limite.

Apesar de seres "novo na area", já fizeste correr bastante "tinta" no "lado LEGO da Internet". Estavas à espera disto? Como te sentes?
Não propriamente. Eu sabia as minhas obras iam ter um aspecto diferente e que iriam gerar algum interesse, mas não fazia ideia que seria tanto e tão rápido. Eu imaginava que iria colocar no MOC pages a minha primeira criação e talvez algumas pessoas reparassem nela e depois, passados alguns meses ou um ano, talvez recebesse algum reconhecimento. Mas para minha surpresa, num intervalo de horas, tive mais vistas do que imaginava conseguir ao fim de um ano! Ajudou bastante o facto do Brother's Brick ter postado a minha obra apenas algumas horas depois de eu a ter apresentado. Basicamente, tive uma grande sorte.

Em relação a como me sinto acerca disto, certamente que sabe bem receber o reconhecimento depois de todo o trabalho e despesa. Também é estranho ao mesmo tempo. Os comentários são tão entusiastas, que eu sinto que não mereço. Quando vejo as coisas incríveis que tanta gente faz por aí, e as técnicas que usam, eu penso sempre que nunca vou conseguir chegar ao nível delas. Há muita coisa realmente boa por aí! Felizmente, tenho uma boa capacidade de aprendizagem. Tudo isto também coloca uma enorme pressão sobre mim em relação aos próximos trabalhos. Eu sinto que tenho de fazer muito melhor da próxima vez e não sei se sou capaz. Na próxima obra, terei mesmo de me levar ao limite.

Consideras-te um AFOL (Adult Fan Of LEGO)?
Sim, AFOL. 

Alguma vez visitaste um evento de fãs? Se sim, qual?
Não, mas espero ir para ver como é.

Porque não começar com o próximo grande evento do meu LUG em Junho: 2.º Arte em Peças? :)

Tens algum AFOL construtor de referência? És capaz de nomear alguns?
Em termos de construtores AFOLs, sou péssimo a decorar os nomes e a associar as obras aos autores. Normalmente navego pela Internet apenas interessado nas criações. Existem, no entanto, alguns nomes que me vêem à cabeça: Katie (eilonwy77) que faz mosaicos incríveis. O seu trabalho é suficientemente diferente para se destacar. Também vi o Jordan Schwartz no Blocumentary e continuei a seguir os seus trabalhos. Lembro-me também do Sean Kenney e do Lino M..

O que podemos esperar de ti a seguir?
A minha próxima obra será aquilo pelo que me entusiasmei no momento em que comecei a construir. Há algumas semanas atrás, dir-te-ia que iria recriar colecções, talvez de minerais. Mas agora, estou outra vez entusiasmado por começar outra casa. Acho que será uma casa de verão vitoriana junto ao lago, no inverno. Acredito que possam haver possibilidades bem interessantes aqui.

Obrigado, Mike!

Espero que tenham gostado de ler a entrevista tanto quanto eu gostei de saber tudo isto sobre este grande artista. Definitivamente alguém a não perder de vista no futuro!

Podem ler mais sobre as suas criações no seu blog pessoal, onde ele tem um "making of" para cada uma delas (em Inglês).

Até logo!

P.S. Podem ler a versão original, em Inglês, aqui.
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[EN] Mike Doyle, THE artist of the moment!

A few days ago I've shown you his work, now it's time to properly introduce you the man behind the masterpieces.

Since my last post about him, I was thinking about getting in touch with him to ask a couple of questions. But actually he was the first one contacting me to thank me for blogging about his creations. I took the opportunity and invited him for a "mail interview", that he promptly accepted.

So here he is: Mike Doyle, the 43 years old graphic designer that has been catching the LEGO fans attention lately! Married, father of two little boys, 4 and 8, and working at a design agency in NYC, he got the time to find an all new way of using his creativity, and in such a short period of time, he has already conquered his own spot among the LEGO fan community.

When did you first interact with LEGO?
I remember playing as a kid a lot – throwing all the pieces I would get from the sets into a large cardboard box. I think I built the typical kid stuff, castles, houses, spaceships and things like that. I was an introverted kid as well, so I spent a good deal of time playing by myself drawing, building and reflecting.

Nowadays, what are you favorite LEGO themes?
I don't know. If you speak of sets, I'm not too interested in sets. I think the same for themes. For MOCs, really anything can interest me if it looks like something I've not seen before.

When have you built your first MOC (My Own Creation)?
Well, technically, as a kid with that box of pieces. But, after having given that up in my youth, I recently picked it back up (about 8 months ago). This first MOC was the abandoned Two Story house that I call Two Story with Basement

Tell us more about it. 
I wanted to do something different – for me, this was important. I also gravitated toward buildings. Additionally, I’ve been fascinated with abandoned homes and the beauty of decay for a long time. Things came together and I decided I would work on this as a series – that is, a series of abandoned homes. 

I figured early on that I would limit this to just black. Much like sculptors might carve out of a white marble or cast out of bronze, the piece would be monochromatic. I thought this could help lift it up a bit and seem more artful. Also, I had a hard time finding colors that could make something feel as realistic as I would like. As this first piece evolved, I began to add snow. For this, I now needed white. So, the piece took on a black and white form.

I didn’t really know what I was doing. I knew it needed to be big to capture the details I wanted. But, I didn’t really know how to build beyond stacking bricks and plates. I spent a lot of time examining everyone’s works and the pieces they might have used to create with. Also, there were a number of good ‘how to’ pdf guides that people had written on advanced building techniques. Finally, I looked up LEGO Corner Café building instructions online to figure out some techniques the pros had used. I actually saw some of your work as well – a house with shingles on the side. That piece was a big help as it suggested to me there was a way to do shingles.

One route that I take in the building process that is perhaps a little unusual is the manner in which I visualize the work. I think of the work as a two dimensional (or perhaps 2 1/2 D) piece. That is, I look to create the best single image possible through a photograph rather than a full model that looks good from all angles. I use the depth that I have through a 3D build to give the photo more life. So, rather than build a 3D model that gets photographed, in my mind, I design a photograph that is built in 3D. The difference here is that all the visual energy and decisions are focused on that single ‘best’ view, that will ultimately be my photograph. In this way, everything I add to the piece can be positioned to look best for the photo.

Your second creation, the Three Story Victorian with Tree, had the ungrateful task of overcoming the first work, but surprisingly you did it amazingly well! It must not have been easy!
Thank you Marcos! There were a couple of times in the end, where I was getting a little burned out due to how long it took. (I have no idea how some folks can spend years on a project!) Most importantly though is the fact that I am passionate about this – as I am sure you and other AFOL/MOCers are. Many days it is nearly all I can think about. As such, it is the passion that drives. At a certain point, when I realize that I'm on to something and this could be really good, I feel I have no choice but to try and retry again until I get something as good as possible. Most of the MOC was built and rebuilt 3 or 4 times before I got what I wanted. This due in part to lack of experience, but also a drive and passion to create this thing which I have in my mind's eye.

Where do you get the elements for your creations?
All my LEGO are from various Bricklink vendors. I love that site and the service these individuals provide. It is and they are absolutely fantastic.

On your blog, you are selling a "Limited Edition of Collector's Prints". Where did you get the idea? What can your "costumers" expect from this?
These are lovely signed and numbered prints about 10" - 13" (depending on the proportions of the photo), limited to only a few hundred (200-500 or so) depending on the image. I dismantle these works, so all that is left of them in the end are these prints and whatever is floating around on the internet. That means once the print is sold out, there will never be another image of it – making it very limited. These also come with a signed, numbered and stamped certificate of authenticity, a note that I've written about the piece that has some more background information on it and, finally, an actual 'chunk' of the model itself. This chunk is glued (so that it will remain intact during shipping, etc) and put in a small zip lock bag that is attached to a card. This card has an illustration of the model and a mark showing exactly where it came from on the model. Usually, the chunk is around 5-15+ pieces depending on the size of the pieces and as a whole is around 1.5" or so. 



Selling prints just came to me as I was finishing my first model. The expense was so great, I needed some way to begin to recapture some money for the hobby. In terms of selling the chunk of the model, I had wanted to offer something very unique that no one could ever get with a print and this seemed interesting. Also, going back to this theme of celebrating deterioration, including pieces broken off of the model seems a good fit.

Where do you get inspiration from?
In terms of the buildings and atmosphere, I look through flickr to find pictures people have taken. Abandoned houses, the way snow accumulates, overgrown yards, trees that have fallen on houses are all things I investigated. Even if a building I find is not of interest, often a deteriorated part of it can catch my eye. In terms of technique, I'm incredibly inspired by all the MOCs out there. There is so much incredible innovation, it blows my mind. Looking at these really helps to get an idea of how to better assemble the pieces.

What kind of "preparation work" have you done for your first two creations?
Basically, I do the image search, as mentioned, and look through other MOCs to see how others have handled technique. I'm constantly going through all the blogs and posting sites, like MOC pages and flickr, to view everyone's work. Scale is determined by identifying a part of the building that I think I want to match a LEGO piece with. For example, on the last piece, I came close to making the bricks on the house about the size of a 1 x 2 tile. From there, I just start building. Usually, I have to remake things 3 or 4 times before I get them the way I want, so it is sort of a 'feel as I go' thing.

As far as I know you are quite new in the LEGO fan community. What brought you into this huge and creative universe?
It came about due to a visit to LEGOLAND last summer. We were in a section where you can make your own car and roll it down a ramp. I was ‘watching’ my son and nephews but really totally into making something for myself. After an hour or two we came out as the rest of our party was waiting for us, but we really all wanted to go back in and continue building. I went back to my hotel room and immediately began to look online to see what was out there. I wasn’t sure if adults were building with LEGO or if people were photographing them. Boy, was I surprised to see the incredible work out there! I had no idea. Suddenly, that little car I made seemed so trivial. But I also saw – through these works – just how far this could be taken. It seemed like there were no limits. 

Though you are "new in the market", you have already made quite a buzz around the "LEGO side of the Internet". Were you expecting this? How do you feel about it?
Not really. I knew the pieces would have a different look and there would be some interest but I had no idea that much and the speed at which folks would see the pieces. I figured I would post on MOC pages and perhaps a few people would see and then after a number of months or a year would go by and maybe it would get noticed. But to my surprise, in a matter of hours many, many more saw this than I thought would in a year! It helped hugely that Brother's Brick posted my first piece only hours after I put it on MOC pages. Basically, I got extremely lucky. 

In terms of how I feel about it, it certainly feels good to get recognition after all the work and expense. Feels very odd too. The comments are so enthusiastic, I don't feel worthy. I see all the incredible other stuff out there and the techniques people use and I think I'll never be able to get that good. Lots of very, very clever work being done. Hopefully, I can learn quickly from others. It also puts a lot of pressure on me in terms of the next work. I feel that I have to do that much better for the next time and don't know if I have it in me. In the next piece, I will really have to stretch myself and how I execute.

Do you consider yourself an AFOL (Adult Fan Of LEGO)?
Yes, AFOL. 

Have you ever been to a Fan Event? If yes, which?
No, but I hope to go to one to see what it is like.

Why not starting with my LUG's next big event in June: 2.º Arte em Peças? :)

Do you have any references regarding AFOL builders? Can you name some?
In terms of AFOL builders, I'm very bad at looking at the names or connecting an individual to a body of work. I'm usually skimming through all the sites focusing on the pieces. There are only a couple of names that come to mind, Katie (eilonwy77) does these incredible patterns. Her material is different enough to stand out. Also I saw Jordan Schwartz on Blocumentary and keep seeing his pieces pop up. Also I know of Sean Kenney and Lino M..

What can we expect from you next?
My next piece will be what I happen to be excited about the moment I start building. A few weeks ago I would have told you I would be creating collections, perhaps of minerals. But now, I am excited again to work on another from this series. I think it will be a lakeside victorian summer home in the winter. I believe there are some interesting possibilities here.

Thank you, Mike!

I hope you enjoyed reading this interview as much as I enjoyed to learn so much more about this great artist. Definitely someone to keep an eye on in the future!

You can read more about his creations on his personal blog, where he posted the "making of" for each of them.

See ya!

P.S. Podem ler a versão traduzida para Português, aqui.
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