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[1CN] Prova Surpresa - Veia de Escritor

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Veia de Escritor E aqui está a segunda prova surpresa, que dará a todos os participantes a oportunidade de acumularem mais uns pontos e, quem sabe, dar uma mexida nos resultados! :) Como alguns de vocês talvez saberão, há já algum tempo que tenho andado a escrever um romance com o nome "a.m.o.t.e.". É o meu projecto de escrita actual, embora esteja praticamente parado há alguns meses (pretendo retomá-lo muito em breve). O título do livro é o resultado de um acróstico poético, pelo que cada letra é o início de um verso de um poema que faz parte do livro. Mas o que é que isto tem a ver com esta prova? Pois bem... desafio-vos a criarem um acróstico simples para a palavra "amo-te", que de alguma forma esteja relacionado com a palavra em si! Apesar do nome acróstico simples , garanto-vos que é este é bem mais difícil de conseguir do que o acróstico poético ! Mas por isso mesmo é que isto é um desafio! ;) Até às 23h59:59 de amanhã (dia 12 de Deze...

"Já publicaste o segundo?"

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Pois bem, ontem escrevi o post sobre Saramago que infelizmente já deixou este mundo e não pude deixar de lembrar que também eu, em tempos, fui escritor... Digo "fui", porque nos últimos meses não o tenho sido! O meu curso demonstrou ter uma sobrecarga descomunal de trabalho este ano, em particular no segundo semestre. Muitas das minha actividades foram ficando em segundo, terceiro, quarto... planos. Algumas (muitas mais do que aquelas que eu gostaria) ficaram mesmo encostadas a um canto! Como puderam perceber pelos últimos post aqui no blog, o meu hobbie do LEGO foi o único que se foi mantendo mais ou menos activo, e muito por causa da responsabilidade que tinha para com a minha comunidade e os meus amigos da Família 0937. Noutras circunstâncias, muito provavelmente também o LEGO teria sido colocado um pouco de lado, porque a faculdade quase que o exigiu... Felizmente, e para bem da minha sanidade, pude continuar a construir e a colaborar na organização desse...

[in a.m.o.t.e.]

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(...) — Não! Eu não aguento… – murmurou – Não aguento mais ficar ao pé de ti… Desculpa! – e continuou a descer, sem olhar para trás, enquanto as lágrimas lhe caíam pelo rosto. Nesse momento paralisei. Foram facas as suas palavras… Eu estava a fazer tudo para que ela se sentisse bem, eu queria tanto que ela me olhasse como antigamente!  (...) Estava a ouvir:  Sara Bareilles - Gravity Ando a ler:  os últimos capítulos que escrevi de a.m.o.t.e.

Recordações... [in a.m.o.t.e.]

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Às vezes, talvez propositadamente, guardamos recordações que são para nós mais importantes do que tudo num canto tão recôndito, tão inacessível, com receio que alguém as possa remexer, que acabamos por não lembrar delas… É uma defesa, afinal de contas! Mas mais tarde ou mais cedo elas voltam. Essas recordações tão bem guardadas, tão bem escondidas, num momento completamente inesperado despoletam em nós sentimentos tão cruéis, que nos ferem e nos fazem sangrar sem permitir que a ferida cicatrize de vez… Quando parecia que ela finalmente tinha fechado, algo acontece e a pele simplesmente rasga-se de novo… Excerto adaptado para poema. Estava a ouvir: "a.m.o.t.e. BSO", a revelar um dia destes! Ando a ler (há bastante tempo...): "Nos Bastidores de Hollywood", Mário Augusto.

a.m.o.t.e. - um cheirinho...

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"Quando acordei hoje de manhã, sentia-me cansado, parecia que tinha acabado de me deitar quando o despertador tocou. Eram 7h15 e lá estava o rádio a tocar nas alturas. Levantei-me, fui até ao quarto-de-banho e olhei para o espelho. Estava com olhos de quem não tinha dormido nada. E não tinha! Tinha saído da cama durante a noite e ido pintar para um jardim qualquer… Pelo menos era essa a sensação que eu tinha. Foi tão estranho recordar de repente tudo o que tinha sonhado, tão claramente como se o tivesse vivido de verdade no dia anterior! Mas o que me deixou mais intrigado foi, provavelmente, a paisagem que eu estava a pintar no sonho… Aquele vale, aquele lago… o banco de jardim… a mulher… Todos aqueles elementos me eram familiares! Andei o dia inteiro a matutar no assunto e quando finalmente cheguei a casa, fui ao meu ateliê e vasculhei todos os meus quadros. Até desembrulhei alguns que já tinha embrulhado! Revi imagens que já nem me lembrava de ter pintado! Mas lá encontrei o qu...